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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Autor do mês de abril - Ana Maria Magalhães

Ana Maria Bastos de Oliveira Martinho, mais conhecida como Ana Maria Magalhães, é uma escritora de livros infanto-juvenis e também de aventura.

Nasceu no dia 14 de abril de 1946, na cidade de Lisboa. Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É agora professora de Português e História desde 1969.

Escreveu o primeiro livro da coleção “Uma Aventura” em 1982, com o título “Uma Aventura na Cidade” em conjunto com Isabel Alçada. O mais recente tem o título “Uma Aventura na Pousada Misteriosa” e foi escrito em 2014. Esta é uma das coleções de maior sucesso em Portugal e continua a cativar os leitores mais jovens. 

Coleção “Uma Aventura”


Estas são as aventuras de um grupo de jovens: Chico, João e o seu cão Faial, Pedro, as gémeas Teresa e Luísa e o seu cão Caracol. Eles resolvem vários mistérios em todos os lugares conhecidos e desconhecidos. Mantém-te ligado à coleção!


A Europa dá as mãos

Queres saber tudo sobre as origens, as lendas, as funções, os países, as pessoas famosas e as caraterísticas da Europa e da União Europeia? Este livro diz tudo! Oferece uma grande quantidade de curiosidades e factos que vais querer saber!



Coleção “Na Crista da Onda”
Mostra a história por detrás de antigos acontecimentos, pessoas e lugares marcantes. Também divulga como era a vida nesses tempos antigos. No fim de cada livro há uma cronologia interessante e educativa. Vê se os encontras na BE!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Feira de autor - Manuela Ribeiro

Já estão à venda na BE os livros da escritora Manuela Ribeiro, que visitará a nossa escola no dia 19 de março, às 13:30.
Aproveitem as aventuras e os preços convidativos!

segunda-feira, 2 de março de 2015

Autor do mês de março - Manuela Ribeiro

Manuela Ribeiro (1951-)

Nascida em 1951 e natural de Caldas da Rainha, Maria Manuela Saraiva Dias Ribeiro é licenciada em Estudos Germanísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1975), tendo sido Bolseira do Governo Neerlandês para frequência do “Zommercursus voor nederlandse taal en kultuur”, Breukelen (Utreque), Países Baixos, em 1974.
Possui ainda o Curso de Língua Italiana, pelo Instituto Italiano de Cultura (Lisboa, 1973) e tem conhecimentos linguísticos de Português, Francês, Inglês, Alemão, Italiano e Neerlandês. Nesse âmbito fez numerosos trabalhos de tradução para empresas e editoras.
Exerce a docência desde 1991, tendo passado por diversas escolas. E, desde 1995, é Professora do Quadro de Nomeação Definitiva na Escola E.B. 2/3 Guilherme Stephens, na Marinha Grande, leccionando as disciplinas de Português (2.º Ciclo) e Inglês (2.º e 3.º Ciclos).

É coordenadora do Projecto de Ensino de Português Língua Não Materna.
É autora de diversos livros para a adolescência e juventude, com destaque para a colecção Aventuras de Miguel e Ricardo, já com dez títulos editados e alguns reeditados.




terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Autor de mês de fevereiro - Hergé

Autor do mês de fevereiro

Autor do mês de janeiro

Hergé (1907-1983)
Georges Prosper Remi, mais conhecido como Hergé, nasceu em 22 de Maio de 1907, Etterbeek, Bélgica.
Oriundo de uma família católica, a sua infância e adolescência foram marcadas pela sua ligação aos escuteiros, tendo desde pequeno enveredado pelo desenho e a ilustração, pelo que a criação de Totor, um escuteiro com traços de Tintim, para a revista Le Boy Scout, em 1926, surgiu naturalmente.
Após concluir os estudos secundários, em Humanidades, foi trabalhar no jornal católico Le Vingtième Siècle, em 1925, na área das assinaturas.
Neste mesmo suplemento surgiu pela primeira vez Tintin (Tintim), a 10 de janeiro de 1929, numa história em que o personagem visita o "País dos Sovietes". Dessa história, resultou o seu primeiro álbum, Tintin au Pays des Sovietes (Tintim no País dos Sovietes), que foi editado no ano seguinte pelo próprio jornal. Ainda em 1930, criou os endiabrados Quick et Flupke (Quim e Filipe), no Le Petit Vingtième, que aparecem em curtas histórias de duas páginas, reunidas em doze álbuns, para "desespero" do agente 15 da Polícia de Bruxelas, alvo preferencial das suas traquinices.
Nesta época, a par das suas bandas desenhadas, criou o Atelier Hergé, consagrado à publicidade e demais ilustração, de livros, catálogos ou cartazes, pelo que o trabalho absorvia totalmente o seu tempo.
A 26 de setembro de 1946 surgiu a revista Tintin, que se revelaria um marco na História da BD, numa iniciativa de Raymond Leblanc (das Editions du Lombard).
Em termos estéticos, o autor foi precursor do estilo Linha Clara (designação criada em 1977 pelo neerlandês Swarte, referente ao desenho elegante e depurado, de linhas bem definidas). Quando faleceu a 3 de março de 1983 (em Bruxelas), foi notícia em todo o Mundo, tendo o prestigiado jornal francês Libération feito uma edição em que as notícias não foram acompanhadas por fotografias mas sim por desenhos extraídos das aventuras de Tintim.
A Fundação Hergé, em Bruxelas, é a instituição que cuida de todo o seu vasto acervo documental, procurando disponibilizar aos leitores e estudiosos um grande conjunto de informações, através da realização de exposições e a edição de bibliografia crítica, que atinge largas dezenas de títulos.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Autor do mês de janeiro

Gil Vicente (1465-1537?)


Considerado o maior representante da literatura renascentista de Portugal antes de Camões,  Gil Vicente  só não é o primeiro dramaturgo português como também fundou uma tradição no teatro que inspirou diversas produções em Portugal, em outros países europeus e no Brasil.

Ele também se destacou no cenário português por organizar os espetáculos palacianos, como festejos de casamento, nascimento, recepção de membros da realeza e comemoração de datas cristãs, como a Páscoa e o Natal.
Valendo-se do prestígio que adquiriu na corte, Gil Vicente pôde satirizar, através das obras teatrais, os vícios do clero e da nobreza. É através dessas obras que o dramaturgo realiza uma síntese ibérica e original das tradições medievais do teatro, retomando os “milagres”, os “mistérios”, com consciência moral renovadora – própria do Renascimento cristão e erasmiano – que as suas comédias se revelam na expressão satírica, de humor saboroso e popular, arma de direta eficácia. Ele recriou os diferentes aspectos da vida de Portugal do século XVI, tanto da Lisboa onde emergia a revolução marítima e comercial, como o meio camponês com a sua linguagem, folclore e costumes peculiares.

Ao buscar inspiração em textos religiosos, Gil Vicente não pretende difundir a religião nem converter pecadores. O seu objetivo era mostrar como o homem – independente de classe social, sexo, raça ou religião – é egoísta, falso, orgulhoso, mentiroso e frágil quando se trata de satisfazer seus desejos da carne e do dinheiro.

As suas obras mais famosas
Auto da Barca do Inferno
Depois de falecerem, um fidalgo, um onzeneiro, um parvo, um sapateiro, um frade, uma alcoviteira, um corregedor, um procurador, um enforcado e quatro cavaleiros chegam a um cais e encontram um anjo e um diabo que os transportarão ao seu derradeiro destino: o paraíso ou o inferno! O que dizem ao anjo para o convencerem a levá-los para o desejado paraíso? Como tentam fugir ao diabo? E o que realmente terão feito em vida para merecerem um ou outro destino…?


Farsa de Inês PereiraInês Pereira, uma jovem caprichosa e ambiciosa, vê-se pressionada a casar com Pêro Marques, o “asno”, lavrador simples e sem cultura, mas está encantada pelo galante combatente, Brás da Mata, que encarna o “cavalo”. É neste momento de escolha de pretendentes (e suas consequências) que se centra a mais famosa farsa escrita por Gil Vicente e, sem dúvida, uma das mais divertidas e satíricas da vida quotidiana do seu tempo.

Auto da Índia

Em pleno apogeu dos Descobrimentos portugueses, parte uma armada do Cais do Sodré, rumo à Índia, cheia de homens que procuram fortuna. Ficam em terra, sozinhas e abandonadas à sua sorte, as mulheres.
O que fazem estas na ausência dos maridos? E conseguirão eles regressar com a riqueza por que lutaram?
Descobre neste livro!

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Autor do mês de maio - Isabel Alçada

BIOGRAFIA:

Isabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de Maio de 1950, filha mais velha de uma família maioritariamente feminina. A casa estava sempre cheia de tias e primas de todas as idades, gente muito alegre e comunicativa. Era o pai quem convidava os amigos, organizava passeios, jogos, piqueniques, viagens. Era também o grande contador de histórias, um permanente estímulo intelectual para as três filhas. A infância e juventude decorreram portanto num ambiente caloroso e feliz.
Foi aluna do Liceu Francês Charles Lepierre, onde concluiu o Ensino Secundário. Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ainda estudante, casou, teve uma filha e começou a trabalhar na Psicoforma - Centro de Formação e Orientação Profissional.
Concluído o curso, ingressou na Direcção-Geral de Educação Permanente do Ministério da Educação, de onde transitou para o Secretariado da Reestruturação do Ensino Secundário em 1975/1976.
Em Setembro de 1976 iniciou a actividade docente como professora de Português e História do 2.o ciclo. Nesse mesmo ano fez o Estágio Pedagógico na Escola Preparatória Fernando Pessoa, em Lisboa, sendo convidada no ano seguinte para trabalhar na Formação de Professores como orientadora de estágio. Nessa qualidade participou em diversos cursos e seminários sobre a didáctica da História realizados no País e no estrangeiro. Mais tarde desempenhou funções no Conselho Directivo da sua escola, acumulando com um cargo na direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa.
Nos anos lectivos de 1982/1983 fez o Mestrado em Ciências da Educação pela Universidade de Boston, após o que passou a trabalhar no Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério de Educação.
A partir de 1985 integrou o quadro de professores da Escola Superior de Educação de Lisboa, onde continua a leccionar, acumulando o ensino com a coordenação da Biblioteca-Centro de Recursos.
Em 1987 foi convidada pela Comissão da Comunidade Europeia para integrar uma equipa de especialistas europeus em formação de professores, tendo realizado, em parceria com os técnicos dos outros países comunitários, o estudo Estratégias de Formação de Professores nos Países da CEE. Efectuou a preparação do doutoramento em Ciências da Educação na Universidade de Liège.
No ano lectivo 1995/1996 foi nomeada pelo ministro da Educação coordenadora do grupo de trabalho encarregado de conceber a rede de bibliotecas escolares, e no ano lectivo de 1996/1997 foi nomeada para coordenar a equipa encarregada de estudar a problemática do livro escolar.
Em Janeiro de 2001 assumiu o cargo de Administradora da Fundação de Serralves, em regime de voluntariado. A par desta intensa actividade no domínio da educação, estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis em parceria com Ana Maria Magalhães em 1982.
Foi comissária do Plano Nacional de Leitura, de 2006 a 2009.
Em 2009 foi empossada como Ministra da Educação do XVIII Governo Constitucional.

Os seus livros, que marcaram uma viragem na história da literatura infantil portuguesa, reflectem a longa e rica experiência educativa, são eco de uma infância e juventude particularmente felizes e traduzem o seu enorme talento para comunicar com os mais novos.

ALGUMAS COLEÇÕES/ PUBLICAÇÕES:

Orlando leva Ana e João na máquina do tempo em busca de um criminoso perigosíssimo que tem uma alcunha elucidativa, o Toupeira, e sabe camuflar-se tomando personalidades diferentes conforme o caso. Isso dificulta imenso a perseguição. Mas o grupo não desiste. Todas a s pistas apontam para Lisboa no ano de 1908 e certos indícios fazem pensar que se relacionam com uma simpática família onde há três lindas raparigas. A melhor maneira de o caçar será fazerem amizade com elas. Para isso instalam-se na casa vizinha e passam a frequentar as festas, os passeios e até os bailes que o rei dá no Palácio da Pena, em Sintra. Mas sempre que julgam estar prestes a desmascará-lo, descobrem que afinal a pessoa de quem desconfiavam não é o Toupeira. As voltas e semivoltas levam João a envolver-se sem querer com um grupo de revolucionários que se preparam para assassinar o rei D. Carlos...

A biblioteca funciona num antigo palacete recheado de mistérios. A bibliotecária é ruiva e linda de morrer. Tem um irmão igualmente ruivo e tão giro como ela. No jardim do palacete vive uma velhota que garante haver maldições pairando sobre aquele lugar. Mas o que paira mesmo são mensagens, bilhetes com códigos secretos que alguém enfia entre páginas de livros escolhidos. Para clarificar tanta confusão, o grupo cai nas mãos de uma perigosíssima bandida que tem a alcunha de Rapa-Tachos e dos seus filhos Açorda e Esparguete.

João e Joana conhecem-se desde sempre, têm uma relação muito profunda e o hábito de contarem tudo um ao outro. Nas férias grandes separaram-se, mas mantiveram a conversa à distância. E a conversa tornou-se especialíssima porque ambos viveram experiências fortes. «O grande êxito da noite foi o lançamento de uma música que tem todas as condições para se tornar indispensável nas festas de aldeia e não só. 

Luís Filipe foi o último a aderir à loucura geral. Mas teve de o fazer, pois um formigueiro irresistível obrigou-o a levantar os pés do chão e a pôr-se aos pulos.


terça-feira, 11 de março de 2014

Autor do Mês de março - Daniela do Rosário

Nascida em 1986, Daniela Rodrigues do Rosário é licenciada em Comunicação Social e possui uma Pós-Graduação em Ciências Documentais, pelo Instituto Politécnico de Tomar. Passou pela rádio e atualmente exerce funções no Serviço Educativo do Museu Nacional Ferroviário. 
Desde sempre ligada à área da comunicação, a escrita sempre a acompanhou ao longo do seu percurso profissional, mas também na sua vida pessoal. 
Os rabiscos, que sempre fizeram parte do seu dia-a-dia, ganham agora forma e dão origem a este primeiro livro. O sonho é agora uma realidade. 


Zulmira nunca imaginou que a vida podia ser tão divertida. Como era bom correr, saltar, sem nada temer…Como era bom sentir-se livre…Como era bom conhecer novos amiguinhos… Através de uma aventura repleta de peripécias, a pequena borboleta aprende uma lição que mudará para sempre a sua vida.

Autor do Mês de março - Ana Macedo

Ana Macedo nasceu em 1985, em Vila Nova de Gaia. Aprendeu a ler aos três anos, aos cinco queria ser escritora e aos catorze escreveu um romance que enviou para algumas editoras.
Em 2002, participou no Concurso de Literatura Juvenil Ferreira de Castro, obtendo a 1ª menção honrosa em prosa.
Concluiu, em 2009, a licenciatura do curso de Saúde Ambiental, na Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto.
Ana Macedo esteve envolvida no projecto de uma nova banda, os Flat Major, finalistas do concurso Rock RendezWorten, como autora das letras das suas músicas iniciando assim a vertente de letrista na sua carreira de escritora.
Tem um projecto na área da literatura infantil, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Chaves, e procura editora para a sua publicação.

Está a trabalhar no seu próximo romance, que promete ser ainda mais intenso e surpreendente...

Lágrimas Coloridas
Este livro relata a história de um rapaz adolescente, que namora,   estuda, tem amigos, sai à noite… Só que ele estava no Brasil com os  pais, pois estes precisavam de emprego. Quando ele volta para Portugal, vai viver com a sua tia Margarida, e os seus pais continuam no Brasil. Mal chegou a Portugal, soube de muitas coisas que se passaram enquanto esteve fora, o que aconteceu à namorada, aos amigos…Entretanto, a sua  tia morre. Se queres saber as novidades que ele teve quando chegou a Portugal,   se eram boas ou más… Lê este livro que é uma boa leitura.






Sem Pecados na Culpa

Sem pecados na culpa é um livro forte e complexo no modo como visualiza situações bem próximas das realidades das famílias contemporâneas, mas também deixa antever a fragilidade, a instabilidade, a insegurança, o desequilíbrio afectivo, o refúgio em si próprio e no mundo imaginário da personagem principal.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Autor do mês de fevereiro

Almeida Garrett foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, par do reino, ministro e secretário de estado honorário português.
Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
Nascido no Porto, a 4 de Fevereiro de 1799, viria a falecer em Lisboa a 9 de Dezembro de 1854.
Os seus pais refugiaram-se em Angra do Heroísmo (Açores), como consequência da invasão francesa, em 1809, onde o escritor recebeu a influência benéfica do seu tio paterno, o bispo D. Frei Alexandre da Sagrada Família.
Matriculado em 1816 na Faculdade de Direito de Coimbra, em breve se dedica à actividade dramática num meio académico agitado pelas novas ideias, sobretudo políticas.
Concluído o curso, em 1821, vem para Lisboa, onde imediatamente acumula triunfos, no âmbito literário, com a representação de Catão, afectivos, com o fulgurante casamento com Luísa Midosi (de quem viria a separar-se em 1836), e políticos.
Exilado como liberal em 1823, viveu em Inglaterra e em França até 1826.
No regresso a Portugal dirige os jornais O Português e O Cronista, mas conhece de novo o exílio de 1828 a 1832, voltando a Portugal com os bravos do Mindelo.
Passos Manuel, na chefia do Governo após a Revolução de Setembro de 1838, encarrega-o da restauração do teatro português, missão que leva a cabo criando, não só o Conservatório de Arte Dramática, mas igualmente a Inspecção-Geral dos Teatros e sobretudo o Teatro Nacional.
D. Pedro V agraciou-o, a 25 de Junho de 1854, meses antes da sua morte, com o título de Visconde de Almeida Garrett.
Falar Verdade a Mentir
Sinopse: Duarte é um jovem peralvilho, mentiroso compulsivo, apaixonado de Amália e esta dele. Amália é filha do Sr. Brás Ferreira, comerciante do Porto. José Félix, ladino e imaginativo, é criado do General Lemos; Joaquina, esperta e ladina, é criada de Amália. Se o Sr. Brás Ferreira apanhar Duarte numa mentira, lá se vai o casamento com Amália. De modo que todo o enredo da peça consiste em tornar verdade as mentiras que Duarte inventa, uma atrás da outra.

Viagens na Minha Terra
Sinopse: Viagens na Minha Terra é talvez a mais famosa das obras de Almeida Garrett. Partindo de uma viagem real, Garrett faz várias divagações e considerações sobre a situação política e social do país, entrecruzando-as com a história de Frei Dinis, Carlos e a sua prima Joaninha. O amor entre os dois primos parece ser eterno, mas acontecimentos externos e um segredo familiar irão provocar o desastre. Paralelamente ao drama amoroso, o romance constitui ainda uma feroz crítica à política e à sociedade do país.



O Arco de Sant’ana
Sinopse: A intriga, baseada num trecho da Crónica de D. Pedro I, de Fernão Lopes, decorre no Porto medieval, evocando a vida social e política do burgo, agitada pelos motins do povo. Este era representado pelos mesteirais, conduzidos pelo jovem Vasco e apoiados pelo rei D. Pedro, numa luta contra a oligarquia política, encarnada pelo bispo e seus acólitos, em especial Pêro Cão, cobrador de impostos.
Garrett recriou no século XIV os conflitos políticos e religiosos da sociedade do seu tempo, nomeadamente a reacção cabralista, apoiada pela Igreja, que visava dissolver o liberalismo e restaurar o poderio eclesiástico.

Frei Luís de Sousa

Sinopse: Após o desaparecimento de D. João de Portugal, D. Madalena manda-o procurar durante sete anos mas em vão. Casa então com D. Manuel de Sousa, nobre cavaleiro, de quem tem uma filha de 14 anos. D. Madalena vive uma vida infeliz, cheia de angústia e de tranquilidade, no receio de que o seu primeiro marido esteja vivo e acabe por voltar. Tal facto acarretaria para Madalena uma situação de bigamia e a ilegitimidade de Maria, sua filha. Esta é tuberculosa e vive, em silêncio, o drama da sua mãe que será o seu. Efetivamente D. João de Portugal acaba por regressar, acarretando o desenlace trágico de toda a ação.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Autor do mês de janeiro

Vergílio Ferreira

Vergílio Ferreira nasceu em Melo, Gouveia, em Janeiro de 1916. Aos 12 anos, após uma peregrinação a Lourdes, entra no seminário do Fundão, que frequentará durante seis anos. Esta vivência será o tema central de Manhã Submersa.
Em 1936, deixa o seminário e acaba o Curso Liceal no Liceu da Guarda. Entra para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Licenciou-se em Filologia Clássica em 1940. Após uma passagem pelo liceu de gouveia (onde escreveu o mundialmente conhecido romance Manhã Submersa, corria o ano de 1953), fixa-se como docente em Lisboa, leccionando o resto da sua carreira no Liceu Camões.
Em 1980, o realizador Lauro António adapta para o cinema, o romance Manhã Submersa e, Vergílio Ferreira interpreta um dos principais papéis, o de Reitor do Seminário, contracenando assim com outros grandes vultos da cena portuguesa, tais como: Eunice Muñoz, Canto e Castro, Jacinto Ramos e Carlos Wallenstein. Vergílio morreu no dia 1 de Março de 1996, em sua casa, em Lisboa, na freguesia de Alvalade. O funeral foi realizado no cemitério de Melo, sua terra-natal e, a seu pedido, o caixão fora enterrado na Serra da Estrela.

Manhã Submersa
Sinopse: Anos 1940. A experiência desencantada de um jovem seminarista, vindo da aldeia e de modestas origens, sob a protecção de uma senhora austera que, assim, se propõe arrancá-lo a um ambiente de miséria e ignorância. Sem vocação, António cederá à subtil prepotência de D. Estefânia, sacrificando-se pela promoção social da família.


Aparição
Sinopse:Alberto Soares é o novo professor chegado à fechada cidade de Évora. Ainda abalado pela morte recente do pai, deixa-se guiar pelo Dr. Moura, velho amigo da sua família. Conhece as filhas do médico – Ana, Sofia e Cristina – e é introduzido à sociedade Eborense. O professor vive para a sua dúvida existencial. Procura a aparição do seu verdadeiro eu, rejeita a religião e afirma que o homem é o seu próprio criador. Vive obcecado com a ideia. Lentamente, a cidade fechada que o parecia acolher, expulsa-o, acusa-o de cobarde e de ser o responsável pelo desenrolar trágico dos acontecimentos.

Contos

Sinopse: Vergílio Ferreira, escrevendo no Portugal de Salazar, descreve um país ancorado nos confins dos tempos e que permaneceu inalterado quase até aos nossos dias.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

AUTOR DO MÊS DE DEZEMBRO

Nuno Matos Valente nasceu em 1977. É professor do Ensino Básico desde 2002, tendo lecionado até ao presente em diversos contextos educativos em estabelecimentos de ensino da rede pública e particulares.
Publicou “Recursos para aulas de substituição”, o seu primeiro livro em co-autoria, no ano de 2007, pela Texto Editores.
Desde 2008 faz parte da equipa de autores que tem vindo a publicar regularmente a coleção “Segredos”, um conjunto de manuais escolares para o primeiro ciclo, editados pela Raiz Editora (antiga Lisboa Editora) entre os anos de 2009 e 2011 e que conta com os títulos “Segredos dos Números”, “Segredos da Letras” e “Segredos da Vida”, para os diversos níveis de ensino do primeiro ciclo do ensino básico.
Mais recentemente, no ano de 2012, publicou pela Raiz Editora, em co-autoria, o livro de apoio ao estudo “Preparar a Prova Final – 4º Ano – Matemática”. 
Em 2012, escreveu e publicou o livro de aventuras infanto-juvenil “A Ordem do Poço do Inferno” pela Escafandro, naquela que foi a sua primeira incursão no género.
Nos últimos anos tem vindo a desenvolver oficinas de escrita criativa para crianças e jovens, tendo passado pelos auditórios FNAC, Feira do Livro de Lisboa e dezenas de escolas por todo o país.